sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Goiânia - Falta muito para Goiânia ter a melhor qualidade de vida

Falar em qualidade de vida nos dias atuais é tocar , especialmente, num tema que é muito caro para todos nós , a desigualdade social. Segundo a Organização das Nações Unidadas , Goiânia é a cidade com a pior distribuição de renda na América Latina. A Pesquisa da Onu foi feita em 19 grandes cidades na América Latina e Caribe,entre 19 capitais de médio e grande porte.O Programa das Nações Unidas para os assentamentos humanos ( Onu-Habitat ), divulgou no dia 23 de Outubro de 2008, nas vésperas do aniversário da capital de Goiás, o estudo feito para o relatório Estado Mundial das Cidades 2008/2009.

Como uma cidade tão nova, 75 anos, pode ter tanta desigualdade entre ricos e pobres? De acordo com os Estudos, coeficientes acima de 0,4 para desigualdades, habilita as cidades a serem consideradas concencetradoras de renda, Goiânia tem 0,65. É Inconcebível que uma cidade tão nova perca para Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, ,Curitiba, São Paulo e Brasília.Até Bogotá, na Colombia tem melhor qualidade que Goiania.

É Fácil entender a concentração de renda em Goiania nas mãos de poucas famílias. Quem olha o Brasão da cidade vê o Rico e o Pobre em lados opostos, um ostentando o Poder e Riqueza, ouro descalço mostrando a pobreza.Goiania está afirmada em agronegócio e no setor de serviços. Quem vai num salão de beleza da vila nova se depara com um corte de cabelo a quatro reais, no centro é possível cortar o cabelo de graça. No Setor Bueno, nos Shoppings, cortes de cabelo podem chegar a 50 reais. O restaurante conhecido como de "hum" real do centro, destoa com os que cobram até 60 reais por um prato no Bela Vista.

O Pior é que estamos ficando cada vez mais desiguais na renda. Talvez ai uma explicação para tanta morte e assassinato de jovens, e tanta violencia na Cidade. Desde 2004, quando o prefeito Ìris Rezende, do PMDB, ocupou o poder do Petista Pedro Wilson, a distribuição de renda voltou a ficar mais desigual.Os levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) demonstram que o Índice de Gini ( o que mede a concentração de renda) era de 0,552 em 2001 e chegou a cair para 0,514 em 2003. Em 2004 já foi maior e, no ano seguinte, atingiu 0,54. Em todo o País, ao contrário, o coeficiente caiu nesses cinco anos.

Enquanto todos os municipios do Brasil,tem seguido a tendencia do Governo Lula, PT, de garantir maior renda para os mais pobres, de garantir mais Estado e maior descentralização de dinheiro, fazendo transferencia de recursos, Goiãnia vê seus recursos públicos serem aplicados em Grandes empreiteiras de asfalto, de Viadutos, de Parques. Todas as políticas de Assistencia Social do Município, quer seja pela antiga Sociedade Cidadão 2000 ou Fundec, planejadas e desenvolvidas na gestão do PT foram desativadas pela atual gestão. Resultado: Maior número de moradores de rua, alto indice de crianças e adolescentes envolvidos com craque, maior numero de mortes nas periferias, gente dormindo em banco de praça, em calçadas, pedindes em cruzamentos , jovens com ensino médio catando papelão, e cada vez mais as pessoas indo morar em cidades da região metropolitana, como Trindade, Senador Canedo, Goianira.

“Essa desigualdade existe porque as políticas públicas priorizam as zonas de maior riqueza nas cidades. Os orçamentos públicos e privados apóiam essas áreas, onde a tendência é que cheguem mais investimentos”, disse ao Jornal O POPULAR , em 24 de Outubro de 2004, Cecília Martinez, diretora do escritório regional para América Latina e Caribe da ONU-Habitat. Segundo Cecília, faltam “planejamento ordenado” e “políticas claras” para impulsionar o desenvolvimento de áreas mais pobres e periféricas.

Falta educação, moradia, saneamento basico, politicas para Jovens, idosos, mulheres, negros, Homossexuais, adolescentes e crianças e idosos. A Inversão de prioridade do uso de recursos públicos implementado pela Gestão do PMDB na capital, retirando ações de Assistencia Social,e de apoio as populações mais pobres, por recursos para Obras visíveis, como asfalto, viadutos e Parques , que garantem mais votos, levou a este quadro.Desmontando os programas de Saude Mental, reduzindo o numero de apartamentos e casas construidas, PET, Renda Mìnima Municipal, lei anti-Homofobia, Fortalecimento das assessorias da Mulher, dos conselhos tutelares, do Conselho dos Idosos, da Assessoria da juventude, da mulher, dos direitos humanos.


Alguém se recorda de alguma ação da Assessoria da Mulher da Prefeitura para aquelas que estão separadas e sustentando 2,3,4,5,6 filhos sozinhas nas periferias? Alguém sabe de alguma ação da Assessoria da Juventude de Goiania para inibir a violencia contra os Jovens nas Periferias? Alguém viu o resultado de alguma ação do Conselho municipal do Idoso? Existe algum incentivo para negros e negras sairem da miserabilidade na cidade de Goiânia? Alguma ação da Assessoria de Direitos Humanos na defesa dos Homossexuais? Algum reforço da Prefeitura nos Conselhos Tutelares? Quais são as últimas ações do Cidadão 2000 e da antiga Fundec junto aos pobres da Cidade? E ainda assim, como papagaios, Do Prefeito ao mais Graduado Jornalista da cidade, se repete , como Mantra " Goiania tem a melhor qualidade de vida do País". Onde cara pálida? Nos arredores do Bosque dos Buritis, no Parque Los Andes ou no Bueno?

Basta olhar o semblante de cansaço dos catadores de papel, o olho embriagado de craque das crianças do centro, do Dergo, a depressão das maes solteiras, que moram num quarto, sem cozinha e banheiro nos barracões da cidade, dos jovens que se formam e nao encontram trabalho, nos Postos de Saúde ,que demoraram até seis meses para encaminhar um paciente pobre para um oftalmologista, na falta de remédios nos Cais, na revolta de Gays e Lésbicas que diariamente sofrem preconceito nos bares, restaurantes, lanchonetes e escolas da cidade,nas crianças que morrem em faixa de pedestre, no alto indice de mortalidade de quem anda de bicicleta.

Esta aí a explicação para o grande aumento das igrejas pentencostais, a partir da Eleição de Íris Rezende, evangelico. Transfere para as igrejas que pregam a teologia da prosperidade a responsabilidade do Poder Público de fazer a distribuição de renda. Quem sabe Deus possa ajudar Goiânia sair dessa enrascada de ser a cidade com maior desigualdede de renda da América Latina, porque se depender do Poder Público, o mantra " Goiania tem a melhor qualidade de vida " ,ser´repetido várias vezes, enquanto as castas mais pobres, passam o dia todo procurando, a pé, emprego e à noite com a bíblia na mão procura uma Igreja perto de sua casa para que benções, orações, vigílias e testemunhos de prosperidade, os livre da miséria que aumenta.

Léo Mendes - Jornalista e ativista dos Direitos Humanos liorcino@yahoo.com.br

sábado, 27 de setembro de 2008

Transito

Goiânia é a terceira capital do País em mortes no trânsito
Pesquisa feita pela Abramet revela que a capital só é superada por Campo Grande e Boa Vista

Maria José Silva

Goiânia ocupa a terceira posição no País no ranking das capitais com maior número de mortes por acidente de trânsito. Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), divulgada ontem, um dia depois do encerramento da Semana Nacional de Trânsito, revela que, em cada grupo de 100 mil habitantes da cidade, 28,4 morrem vítimas de desastres como atropelamentos, colisões e capotamentos. As estatísticas da capital só são superadas pelas registradas em Campo Grande (MS) e em Boa Vista (RR), que ocupam, respectivamente, a primeira e a segunda colocação. Nessas localidades, as taxas de mortalidade no trânsito foram 31,5 e 30,6.

A pesquisa, intitulada Acidentes de trânsito no Brasil: a situação nas capitais, fez uma comparação do número de desastres registrados nos anos de 1999 e 2006. O estudo – feito a partir de dados do Ministério da Saúde, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Departamento Nacional de Trânsito – demonstrou um dado curioso e ao mesmo tempo assustador: o número de acidentes caiu, mas o de mortes aumentou.

Para os pesquisadores da Abramet, esse fato sugere que as ocorrências resultantes da guerra cotidiana do trânsito nas capitais, motivadas pela imprudência, excesso de velocidade, descuido e desrespeito às leis de trânsito, ficaram ainda mais violentas.

Jovens
Os resultados do trabalho da Abramet confirmam um fato que, há alguns anos, tem trazido preocupação às autoridades. Em pesquisas recentes feitas por instituições diferentes Goiânia aparece freqüentemente como uma das capitais em que há maior número de mortes no trânsito.

Levantamento elaborado pela Organização dos Estados Íbero-Americanos (OIE), que analisou dados referentes a 2004, revelou que Goiânia estava no topo do ranking das capitais com maiores taxas de óbitos de jovens (na faixa dos 15 aos 24 anos) por acidentes de trânsito e transportes, com 56,3 mortes por 100 mil habitantes em 2004. Na população total, a taxa foi de 48,8 mortes por 100 mil habitantes, fazendo com que Goiânia aparecesse em 2º lugar entre as capitais, perdendo apenas para Vitória (ES).

Outro estudo feito pelo Ministério da Saúde entre 2002 e 2006 mostrou que a capital goiana era a quarta do País em óbitos por acidentes de trânsito. A chefe do Departamento de Estatística da Abramet, Maria Sumiê Koizumi, uma das autoras da pesquisa da Abramet, associa o alto número de mortes no trânsito nas Regiões Centro-Oeste e Norte do País à falta de respeito às leis de trânsito e de fiscalização da velocidade. Maria Helena de Mello Jorge, também pesquisadora da Abramet, assinala que a prevenção é o caminho mais viável para a diminuição dos acidentes e mortes no trânsito.

Durante a Semana Nacional do Trânsito, desenvolvida entre os dias 18 e 25 de setembro, as equipes do Sistema de Atendimento ao Trauma e às Emergências (Siate) realizaram 216 atendimentos de vítimas de acidentes ocorridos em ruas e avenidas de Goiânia, numa média de 27 ocorrências por dia. Essa proporção é maior que a registrada diariamente pelo órgão. Dados do Corpo de Bombeiros computados desde janeiro deste ano revelam que diariamente, fora da campanha, são atendidos em média 25,4 ocorrências por dia pelo Siate.

Igreja
O mecânico Eduardo da Costa Pereira, de 28 anos, ia para a igreja no domingo pela manhã, dirigindo um Santana, no qual também estava a mulher, a dona de casa Rosilene Maria Miranda. No caminho do templo religioso, em uma avenida em declive do Setor Independência Mansões, na Grande Goiânia, o carro caiu em um barranco e capotou três vezes seguidas.

Rosilene Miranda disse que o marido foi arremessado para fora do veículo na primeira vez em que houve o tombamento. Logo em seguida, ela também foi jogada para fora. “Caí em um córrego e sofri algumas escoriações, mas não fraturei nada”, revela, resignada, agradecendo a Deus por ter sobrevivido à tragédia. O mecânico, conforme disse, foi levado para o Hospital de Urgências de Goiânia, onde morreu na segunda-feira.

Fonte3: www.opopular.com.br

Taxa de óbitos em motos é o triplo do País
A pesquisa feita pela Associação Brasileira de Medicina de Trânsito revela que a taxa de acidentes por motocicleta cresceu 1.225% entre 1996 e 2004 em Goiás. A taxa de mortalidade entre motociclistas em Goiás, de 5,3 mortes por 100 mil habitantes, é o triplo da média nacional e a quinta maior do País.

No dia 23, o motorista Fábio Vaz Mendes, de 32 anos, e o irmão dele, Claudemir Vaz Mendes, de 35, sofreram um desastre no momento em que se dirigiam para casa, na motocicleta Honda CG Titan placa NGN-7858. Eles foram colhidos pelo Fox prata placa NGG-2470, conduzido por Sílvia Terra da Silva Pereira.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Meio Ambiente - A construção, o clima e o desperdício

A construção, o clima e o desperdício

Washington Novaes

Na primeira semana de setembro, acontecerá na cidade de São Paulo uma discussão à qual precisamos estar atentos, no Simpósio Brasileiro sobre Construção Sustentável, que tratará, entre outros temas, de conservação de energia em edifícios e uso de fontes alternativas; adaptação das construções aos novos padrões climáticos; emissão zero de gases em edifícios; retenção e uso de água de chuvas; uso adequado de materiais e redução de desperdício; políticas públicas para a construção; destinação de resíduos e seus custos; certificação de edifícios. É uma discussão muito relevante. A construção já responde por 10% do produto bruto mundial, 40% do consumo de recursos não renováveis, 5% das emissões de gases que intensificam o efeito estufa. No Brasil, as estimativas falam em 15% do PIB, em 29% do consumo de máquinas e equipamentos e em 40% do consumo total de energia.

Certamente uma das questões centrais será a revisão dos métodos de construção de rodovias, canalizações de água sob pistas, aterros e pontes, já que a maioria dessas construções no País foi implantada segundo métodos de tempos anteriores aos formatos atuais de chuvas, caracterizados pela queda de alto volume de água em fração reduzida de tempo (em Natal, há poucas semanas, caíram 240 milímetros em três horas - ou 240 litros de água por metro quadrado). A defasagem leva a que, na estação das chuvas, se percam muitas pontes e aterros, bem como haja deslizamentos de encostas nas áreas urbanas e até ameaças à segurança de edifícios.

Outro tema relevante é o da obrigatoriedade de retenção de água de chuvas em todos os imóveis, para reduzir o risco de inundações em áreas impermeabilizadas e permitir seu uso em descargas sanitárias. Também a reciclagem e reutilização de água nas indústrias estará sobre a mesa. Assim como a obrigatoriedade de implantar hidrômetros individuais em todos os edifícios coletivos, para estimular a economia - providência que precisa ser acompanhada pela implantação de faixas mais estreitas de tarifas, pelo mesmo motivo (quando a distância entre uma faixa e outra é muito grande, quase não há vantagem econômica na economia). Também se prevê discussão sobre programas de “renaturalização” do curso de rios (como os que a Europa já executa e São Paulo planeja) e implantação de parques lineares ao longo dos rios, para manter e proteger áreas naturais de inundação.

Muitas experiências serão examinadas. Como a de edifícios na Austrália, que, com o uso de energia solar, água de chuva, luminosidade externa e ventos (para gerar energia e purificar o ar), consegue reduzir em mais de 80% o consumo de energia da rede elétrica, 87% do gás e 78% da água. Ou experiências bem-sucedidas com novos materiais, como a “argamassa ambiental” produzida em centros de tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia, que utiliza resíduos de serrarias e rochas e custa 30% menos. Ou o agregado siderúrgico para obras de pavimentação como alternativa à brita e com custo também 30% inferior. Ou ainda os tijolos produzidos pela Universidade Luterana de Canoas, que mistura lodo de estações de esgotos à argila. E os ecotelhados já experimentados em São Paulo para cultivar plantas e hortaliças e reduzir o calor.

Também fora do Brasil há experiências, como a da Holanda, que, para purificar o ar e repelir sujeira, adiciona dióxido de titânio ao concreto da pavimentação; com o auxílio da luz solar, ele transforma o óxido de nitrogênio da poluição em nitratos inofensivos. Também se pretende analisar projeto da engenheira Giuliana Del Nero, de Piracicaba, que demonstra a importância da vegetação arbórea na temperatura urbana e sugere sua retomada, que exigiria fiação elétrica compacta ou embutida no solo.Vai-se discutir ainda a legislação urbana relacionada com esses temas, inclusive a da capital paulista, que já exige aquecimento de água por energia solar em construções que tenham mais de três banheiros.

Certamente polarizará atenções o tema do uso e desperdício de materiais na construção, assim como a destinação de seus resíduos. Há análises e estudos que mencionam porcentagens brutais de desperdício, como em Porto Alegre. Mas a maioria dos estudos o situa em torno de 30%. É muito. E de qualquer forma as estimativas são de que nas grandes cidades a geração média de resíduos da construção está em torno de 1 quilo por habitante por dia (nesse caso, em Goiânia, seriam mais de mil toneladas diárias).

E em quase todas as cidades não há políticas de responsabilização do gerador pelo transporte e destinação final dos resíduos, que ficam por conta do poder público (da sociedade toda, que paga as contas). As boas políticas em vigor, principalmente na Europa, obrigam o produtor de resíduos a levá-los para indústrias de separação e reciclagem e a arcar com o custo desse trabalho. E já existem, inclusive no Brasil, usinas móveis de reciclagem, que podem ser deslocadas entre as áreas reservadas pelo poder público para a destinação desses resíduos (em lugar de permitir que vão para aterros ou lixões).

São temas muito relevantes para todos, inclusive para Goiás. Precisamos estar atentos.

Washington Novaes é jornalista

www.opopular.com.br

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Eleições limpas

Eleitor pode denunciar irregularidade nas campanhas eleitorais
15/08/2008

17:30 h.


O Eleitor pode participar ativamente do processo eleitoral através de denúncias de irregularidades nas campanhas dos candidatos de sua cidade.


Para tanto o Ministério Público tem disponível o disque-denúncia eleitoral de Goiânia que pode ser acessado pelo telefone 62 3243-8585 ou pelo e-mail eleitoralgyn@mp.go.gov.br. No interior, as denúncias podem ser feitas às Promotorias de Justiça em cada cidade.



O disque-denúncia funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas, e ficará à disposição do eleitor de Goiânia até 60 dias após o fim das eleições.


A denúncia pode ser anônima e é imprescindível que quem a faça repasse o maior número de informações possíveis para facilitar as investigações.




Fonte: ASCOM / TRE-GO (G.R.)

Eleições - Meio Ambiente

TRE-GO participou do 18° Encontro da ANAMMA com o Projeto Eleições Verdes
15/08/2008

17:47h
O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás participou do 18° Encontro da Associação de Órgãos Municipais do Meio Ambiente (ANAMMA), que aconteceu esta semana (10 a 13) no Centro de Convenções de Goiânia.


O Diretor-Geral do TRE-GO, Leonardo Sapiência, e o servidor Christiano Vieira, que juntamente com o chefe do Cartório Eleitoral de Luziânia, Rodrigo Matos, idealizaram o Projeto Eleições Verdes, representaram o TRE-GO, compondo a mesa diretiva, juntamente com Mário Mantovani, Diretor-Executivo da SOS Mata Atlântica, e ainda Dr. Clarismino Luiz Pereira Junior, Presidente da AMMA de Goiânia.


O TRE-GO apresentou o Projeto Eleições Verdes, que tem por objetivo minimizar e compensar o impacto das Eleições no meio ambiente, levando em conta as atividades do Judiciário, tendo em vista o grande consumo de papel, energia, bem como emissão de gases provenientes da queima de combustíveis fósseis.


Estiveram presente no 18° Encontro da Anamma secretários municipais de meio-ambiente de todo o país, servidores municipais, estudantes goianienses, e demais interessados aos aspectos ambientais e na oportunidade o TRE-GO apresentou a preocupação da Justiça Eleitoral com o impacto do processo eleitoral no meio ambiente, propondo ações que envolvem toda a sociedade.

FONTE: ASCOM . TRE/GO (BR)

Eleições - Contra a Corrupção Eleitoral

No próximo dia 5 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), entidade que reúne mais de 13 mil juizes, preocupada com o fortalecimento da nossa democracia, apresenta a segunda fase da campanha Eleições Limpas, iniciada em 2006.

Agora, em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Campanha tem o objetivo de estreitar os laços entre a Justiça Eleitoral e a sociedade, estimulando um comportamento ético e fiscalizador do cidadão ao votar. O combate eficaz à corrupção eleitoral, sob todas as suas formas, não é tarefa que se possa levar adiante sem a colaboração da sociedade. Com esse propósito, a AMB, com o apoio do TSE, elaborou uma cartilha com as principais informações que o eleitor precisa saber para assumir uma postura ativa, denunciando as irregularidades eleitorais às autoridades competentes.

O ponto alto da campanha Eleições Limpas se dará no dia 26 de agosto, quando AMB e TSE promoverão, pela primeira vez, o Dia Nacional das Audiências Públicas em todo o País. Prepare-se para participar. Reúna informações, dúvidas, denúncias. As audiências serão o espaço onde a Justiça Eleitoral ouvirá a sociedade.

Eleição - Movimento de combate a corrupção eleitoral

A OAB-GO vai lançar, nesta segunda-feira (18/08), o Comitê Goiano do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. A solenidade de lançamento será em Jataí, às 19h30, no auditório do Cefet (Rua Riachuelo, nº 2090 - Setor Santa Maria). Participarão da cerimônia o coordenador do comitê, conselheiro seccional Júlio César do Valle Vieira Machado, o presidente da OAB-GO, Miguel Ângelo Cançado, o vice-presidente da entidade, Henrique Tibúrcio Peña, e o diretor-tesoureiro, João Bezerra Cavalcante.

O comitê, instalado no Centro de Serviços da OAB-GO, no Setor Sul, em Goiânia, já está funcionando. O cidadão que quiser denunciar práticas de corrupção, como a compra de votos e o uso eleitoral da máquina administrativa, podem fazê-lo pelo disque-denúncia (0800-645-0155) ou por e-mail (oabdenuncia@oabgo.org.br). As denúncias serão encaminhas ao Ministério Público Eleitoral.

A campanha vai atuar também na formação política em defesa do livre exercício do voto, por meio de materiais pedagógicos e de divulgação, como a cartilha "Lei 9840: vamos combater a corrupção eleitoral" e folders contendo dados sobre políticos cassados por corrupção eleitoral em todos os estados brasileiros. Serão feitas parcerias com a rede pública estadual de ensino e com as universidades para divulgação da campanha.

MCCE

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) é uma rede formada por entidades da sociedade civil, movimentos, organizações sociais e religiosas, cujo objetivo é assegurar a aplicação da Lei 9840, de combate à corrupção. Instituído durante o período eleitoral de 2002, o MCCE ampliou sua atuação e hoje funciona de forma permanente com ações em todo o País.

Existe um comitê nacional em Brasília, formado por 32 entidades, e centenas de comitês estaduais e municipais por todo o Brasil, que exercem importante papel de fiscalização, educação popular e monitoramento do orçamento público e da máquina administrativa. A partir de provas coletadas e recebidas pelos comitês espalhados pelo Estado, cada comitê estadual formula representações contra políticos infratores junto à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral.

Fonte: Site: OAB/GO
Link: www.oabgo.org.br